domingo, 31 de maio de 2015



Compreender o cenário underground é muito mais do que entender o seu afastamento das mídias sociais e dogmas levados como comuns em uma sociedade. Entender o patrimônio cultural que existe em volta destas cenas é essencial para mensurar o tamanho deste universo e dar a sua devida importância.

O manter-se afastado do que é moda tem sim os seus impactos, principalmente financeiros, já que dificilmente os eventos de metal ou de quaisquer outras vertentes inclusas no "subterrâneo" serão vistos com bons olhos por patrocinadores privados e principalmente por gestores públicos. O metal principalmente, não vive mais o seu tempo de promoção social e da sua reprodução nos rádios. A cada dia somos cada vez mais segregados e inclusos na categoria de "contra cultura", cultura esta que deve ser imposta através de instituições religiosas e grupos de mídia elitista que propagam toda a superficialidade do mundo moderno, implantando nas nossas sociedades padrões extremamente mercadológicos e com interesses voltados a criação de uma população extremamente pobre ideologicamente.

E é nesse momento que devemos nos exaltar e dizer com orgulho que fazer parte do underground, é estar inserido sim em um complexo pluricultural, que apesar de dividido em subgêneros ou subculturas, inspiram um ideal comum. É louvável visualizar isso no metal. Uma banda que surge em um outro pais com diversas ideologias e costumes diferentes, coloca isso em suas letras e riffs para dar a sua identidade, mas mesmo assim, será compreendida em varias nações e com toda a certeza agregará fãs que a respeitarão. Enaltecer a sua cultura local e exportar isto para outras nações é algo muito complexo quando paramos pra pensar nas diferenças sociais de diferentes países e até mesmo cidades dentro de uma mesma região, entretanto, isso se torna banal quando falamos de metal. É obvio que existem extremismos e intolerâncias, mas, em um contexto geral podemos afirmar: o metal é um gênero que fala uma língua só apesar de suas individualidades.

Quando falamos de patrimônio cultural, fica ainda mais claro a plenitude do mesmo. O patrimônio é algo deixado de geração pra geração e nos percebemos essa resistência. Manter a mesma forma de tocar que bandas de vinte, trinta anos atrás usavam, ter o passado como referencia e nunca deixar que os pioneiros no surgimento do metal sejam esquecidos. É esplendido fazer parte desta história e saber que mesmo que o tempo passe, mesmo que o tempo histórico seja outro, que o que vivenciamos agora seja completamente diferente de tempos passados, o metal verdadeiro continuará como ele foi pensado pra existir, desde a musica, ate as vestimentas. No nosso cenário, nos não nos importamos com valores financeiros agregados a marcas de camisetas, sapatos, calças. O importantes é promover-mos a nossa ideologia e os nossos gostos através das peitas, patches e tantos outros símbolos que são reproduzidos quase que de maneira padrão por todo o mundo, e também pelo passar das gerações.

Dentre tantos aspectos que caracterizam a magnitude do que realmente é viver o metal, talvez o mais marcante nos tempos atuais sejam os papeis e as relações entre artista e publico. Não existe um endeusamento extremo, mas sim, uma influencia e também uma relação social. Diferente da grande maioria das outras vertentes, na nossa cena o musico em vários momentos influencia o ouvinte a também ser musico e isso fica ainda mais forte quando o executante vira publico. Não há uma separação evidente de classes, não há um pedestal para o artista.

Promover uma reflexão sobre estas características remete a um pensamento, nossa essência se mantem e sempre se manterá por causa do afastamento que citei no primeiro paragrafo. E talvez por isso, nós tenhamos que enaltecer tudo o que é exemplo na nossa cena, e nos unirmos cada vez mais. Nossa preservação cultural só existe porque a nossa cultura não foi uma cultura feita para o mercado, para a venda. Nossos símbolos não são promotores de uma falsa realidade de felicidade que as instituições religiosas impõem e nem possuem uma base musical padrão baseada no que as grandes corporações jogam no meio social. Nós sobrevivemos e passamos o nosso patrimônio entre os que compartilham os mesmos desejos que nós e só assim continuaremos vivemos!

Por, Thalyson Barboza

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Resenha: Caos e Devastação Fest

Postado Por Thalyson Barboza As 11:16 Sem Comentários
Escrito por: Thalyson Barboza

Sábado, dia doze de abril. E aqui, eu vos digo, esse dia vai ficar marcado na história do underground de Brasília (mãe diná feelings). Foi o primeiro show organizado pela equipe da hail chaos (que também conta com o ser que vós escreve nesse momento), e este, será o inicio de uma serie de shows que vão abalar o bangu no Distrito Federal!

Pra começar, o Country Rock Brasília é de cair o cu da bunda! O espaço é muito, mas muito bom! A localização também é ótima, fácil acesso, super tranquilo chegar lá. Eu acho engraçado, nego pra ver show de banda gringa pseudo estrelinha, vai até na porta do Acre, perto de onde o Metallica perdeu o thrash. Mas reclama de pegar um metrô e um micro-ônibus pra curtir um show underground. E esse mesmo tipo de filho da puta, é o zé ong que fica reclamando que não tem rolê em Brasília, que a cena ta morta!
Deixemos as alfinetadas de lado, e vamos ao evento. Depois de um dia de muita chuva no Guará, (São Pedro queria mijar na cabeça dos bangers e foder com o nosso show, mas, santo cristão não tem vez não), eis que as dezenove horas o clima se tranquiliza. Até os exus climáticos já sabiam que o rolê ia ser do caralho!
Com início entre umas dez, dez e meia, a primeira banda a se apresentar foi a Neurotóxico, e até eu me surpreendi com a qualidade do som que os caras fazem. A meu ver, é mais uma banda cheia de futuro, dentro e fora de bsb. Enquanto eles destruíam o bar com muito Death Metal, o público retribuía, curtindo lá na frente. Abertura digna de elogios!
Pouco tempo depois, quem se apresenta são os "whey protein" da Pesticide. Banda de grande conhecimento aqui na nossa cena, já tocou em vários festivais de renome. Mosh, curtição, mas, eis que um pequeno acontecimento, meio que... Diminui a frequência do show. Como desgraça pouca é bobagem, uma pequena briga entre dois caras lá, tirou o público (curiosidade é uma porra de um mal humano) da sintonia. Só vi a galera saindo do bar pra curiar a expulsão do cara que criou confusão, e depois, dos poucos que voltaram pra curtir com a Pesticide, valorizaram o som que ainda rolava.
E pra fechar com toda a dignidade que o evento merecia, a Black Skull preparou um set list com várias músicas do início de sua carreira. Botou o público pra bater cabeça e moshear. Mesmo com todo o cansaço, os bangers que ali se encontravam, estiveram presentes até o ultimo riff.
Apesar dos apesares, não tem como reclamar. Local, acústica, bandas, público. Tudo de qualidade! E assim, esperamos que sejam os próximos shows. E você ai, que não foi e ficou com uma pontinha de inveja, se ligue nas páginas da Hail Chaos e UndergrounDF. Ainda vai rolar, muita, mas muita coisa!

Fotos Do Evento











quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Galinha Preta

Postado Por Thalyson Barboza As 18:35 11 Comentários

Gênero: Hardcore/Grindcore
LineUp: Frango Kaos (Vocal,Guitarra)

             Hudson Hells (Guitarra)
             Bruno Tartalho (Baixo)
             Guilherme Tanner (Bateria)
Status: Ativa


Biografia:

O Galinha Preta foi formado em 2003 e faz um hardcore tosco, com vertente para o grind e bases eletrônicas.
Depois de dez anos de existência, registrados em 3 em 1 (2007) – que juntava as três demos da banda, inacreditáveis 34 faixas em pouco mais de meia hora de duração – e o mais bem-acabado Ajuda Nóis Ae (2010), em 2012 trouxe o album intitulado "Galinha Preta", seguindo as mesmas vertentes dos primeiros.
Atualmente, é uma das bandas mais reconhecidas e respeitadas da cena Underground.

Discografia:















3X1 (2007) (Compilação com todas as demos)
01. Silêncio Funebre
02. Gritos
03. Perícia
04. Fim
05. Sociedade de Merda
06. Cristian Wilson
07. Gritos
08. Cagoete
09. Sirvam
10. Roubaram o Meu Rim
11. Pare de Rir de Mim
12. Toda Dor
13. U.A.
14. Devo e Não Nego
15. Fim
16. Eita Porra!
17. Lixolândia
18. Comemos Lixo
19. O Mundo
20. Silêncio Fúnebre
21. Corujão
22. Sociedade de Merda
23. Desempregophobia
24. Musica de Trabalho
25. Nois Tamu Morrendo
26. Egos Humanos
27. Apocalypse Now
28. Quer Aparecer
29. Traçado da Morte
30. Tem Gente Pra Tudo
31. Eu Bebi Demais
32. Mais Uma História
33. Meu Cliente
34. Cheirinho de Loló
 Ajuda Nois Ae Download




















Ajuda Nóis Aê! (2010)
01. Leis
02. Saco De Plástico
03. Ninguem Neste Mundo É Porra Nenhuma
04. Eu Nao Sei De Nada
05. O Padre Baloero
06. Pleonasmo
07. Bicicleta
08. W3 Sul
09. A Carta Da Barata
10. Urso Polar
11. Nasdaq
12. Café, Cigarro, Coca-Cola e STRESS
13. Alejandro, Só O Sul!
14. Coral De Cachorros do PSUL
15. Show do Exploited (Live)
 Galinha Preta Ajuda Nois Ae Download





Galinha Preta (2012)
01. 2012
02. Mídias Sociais
03. Eu tenho problema
04. Ratoburguer
05. Boris
06. Lactobacilos
07. Only two nations
08. Quem é você
09. Gimme Good News
10. A cigarra e a formiga
11. Zumbinet
12. Roubaram meu rim
13. NNMEPN
14. Eu não sei de nada
15. Música de trabalho
16. UnB
 Galinha Preta Download


Sites:

Fotos:


Postado Por Thalyson Barboza
ThalysonConheceu o rock/metal ainda criança, passou por muitos modismos, encarados como fases até se encontrar realmente na cena Underground. Fascinado por todos os estilos, tem como paixão tudo que envolve Atmospheric, Doom e Post-Rock. Dedica-se a conhecer ainda mais o mundo Underground de vários outros países. Sem preconceitos músicais escuta tudo do Billy ao Black Metal.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Subterror

Postado Por Thalyson Barboza As 11:19 Sem Comentários

Gênero: Death Metal/Crust
LineUp: Luan (Vocal e Baixo)
             Harry (Guitarra)
             Samuel (Bateria)
Status: Ativa



Biografia:

O Subterror, formado em 2009, tem fortes influências do crust anos 90 e stenchcore. Em suas letras, retratam o ser humano e suas adequações nulas e ganânciosas desde o início de sua existência. Rapidamente ganhou espaço no underground com seu doentio Crust/Metal. Lançou a demo “Desespero” em 2011, um split com a banda Do you think I care? (Hungria) em 2012 e, finalmente em 2013, soltou o split "Human Beings Should Have Never Evolved... At All!", dessa vez com a Defy, de São Paulo.

Discografia:



Desespero (Demo) (2011)
01. O Silêncio e a Morte  
02. O Mundo a sua Volta​.​.​.  
03. Vestígios  
04. Dor e Miséria
 Subterror Desespero Download
Subterror & Do You Think I Care? (Split) (2012)
Subterror
01. Angústia
02. Cárcere
03. Sem Rumo
Do You Think I Care ?
01. Félek
02. Rabszolga
03. Curse
04. Victims Of Capitalism
Human Beings Should Have Never Evolved ...at All!! (Split) (2013)
Defy
01. O Peso da Ignorância  
02. Escravidão Mental
Subterror
03. Alimentando o Abismo
04. Funeral




Sites:

Fotos:



Postado Por Thalyson Barboza
ThalysonConheceu o rock/metal ainda criança, passou por muitos modismos, encarados como fases até se encontrar realmente na cena Underground. Fascinado por todos os estilos, tem como paixão tudo que envolve Atmospheric, Doom e Post-Rock. Dedica-se a conhecer ainda mais o mundo Underground de vários outros países. Sem preconceitos músicais escuta tudo do Billy ao Black Metal.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Omfalos

Postado Por Thalyson Barboza As 13:06 Sem Comentários

Gênero: Black Metal/Avant-Garde
LineUp: Le Misanthrope (Vocais) 
             Thormianak (Guitarra, Baixo, Teclados)
Status: Ativa

Biografia:


Desespero, depressão, solidão...

Palavras que são comuns hoje em dia. Nós todos nos sentimos deprimidos em um ponto de nossas vidas. Para alguns, é um inimigo constante e onipresente. Ou amigo, se você se da bem com isso.
Duas pessoas se sentiram assim nos últimos anos. E decidiram traduzir esses sentimentos através de ruídos.
Uma espécie de ruído organizado de forma que algumas pessoas se referem a ele como música.
Mas para essas pessoas não é nada mais do que um grito de socorro.
O Omfalos tras isso, com um ambiente sombrio.

Formado em 2010. Um projeto de black metal experimental oriundo da capital federal brasileira. O núcleo do grupo gira em torno de apenas duas mentes.
O primeiro trabalho "Idiots Savants", lançado em 2011, traz uma melodia bem mais pegada, com riffs mais pesados e uma atmosfera completamente extrema.
O segundo e atual trabalho "Cotton Candy Rendezvous" lançado em 2013, trouxe a tona um genero muito pouco explorado, principalmente na cena brasileira. O avant-garde. Riffs com atmosferas calmas, vão de encontro a viradas extremas. Uma verdadeira obra prima.

Discografia:

Idiots Savants (2011)
01. Que Bonito és un Entierro
02. Drain the Air out of My Lungs
03. Sleep State Misperception
04. The Naked Lunch
05. Anonymous Hate Manifesto
06. Bipolar Affective Disorder Suite
07. A Funeral Dirge for My Sanity
08. The Desperate Ballad of the Motherless Child
09. A Failed Experiment in Fitting into This World

 Download Omfalos Idiots Savants


Cotton Candy Rendezvous (2013)
01. Unlike Father, Unlike Son
02. Shattered Perspectives
03. All We Love, We Leave Behind
04. A Cross Too Heavy to Carry
05. A Leap of Faith
06. Forsaken
07. What Would I Say If I Had Another Day
08. Cotton Candy Rendezvous
09. It's Said and Done.

 Download Omfalos Cotton Candy Rendezvous


Sites:

Fotos:
Thormianak(a esquerda), Le Misanthrope(a direita)

Postado Por Thalyson Barboza
ThalysonConheceu o rock/metal ainda criança, passou por muitos modismos, encarados como fases até se encontrar realmente na cena Underground. Fascinado por todos os estilos, tem como paixão tudo que envolve Atmospheric, Doom e Post-Rock. Dedica-se a conhecer ainda mais o mundo Underground de vários outros países. Sem preconceitos músicais escuta tudo do Billy ao Black Metal.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Escrito por: Michael Franklin


O clima de botequins e a reunião pós show na casa de amigos foi resgatado nesse rolê! Nunca mais tinha visto tanta gente comparecer em um show total underground, no melhor estilo DIY.

O rolê começou sexta no Barbarella, exatamente as 20:30. A banda ExRebanho iniciou os trabalhos mandando um punk de letra forte e bem elaborada. A vocalista conseguiu me resgatar em memória, os tempos áureos do Bulimia. Sonzera pra aquecer a galera.
Às 21:00 a penteando macaco entrou no palco. Logo logo a galera pilhou e se iniciaram as rodinhas punks que são a alegria de qualquer banda de rock, diga-se de passagem. Foi um puta show! A cada dia que passa, os caras estão mais fodas.
Logo em seguida, se iniciou o show da banda DF147. Os caras chegaram como quem não quer nada, dai do nada a paulada começa e o que surpreende mais é que o guitarra começa o show com uma cabeça de cavalo soltando luzes pela boca, totalmente bizarro. Rapidamente a galera pilhou com o som e começou a cantar todas as musicas. O ponto ápice desse show foi um senhor perneta e de muleta dando voadoras em todo mundo na roda punk. Sinistro ver essa empolgação. A DF147 é uma banda que não passa em branco.
Cara, só teve banda foda nesse show! A Beer and Mess foi a próxima banda a se apresentar e puta que pariu, nunca me diverti tanto com aquele som. A única banda de Punk Bubblegum de Brasília e uma das poucas no Brasil chegou sentando o sarrafo falando de bebidas, mulheres e libertinagens sexuais rsrs. É um som que vale a pena conferir. Os caras estão com o primeiro EP gravado (Eu vou largar você por cerveja e futebol), e o som cola fácil. Show divertido com menção honrosa para o baixista Leonardo (Vulgo Leo). Este foi o ultimo show do cara com a Beer and Mess. Vai fazer falta!!!
Já era quase meia noite quando a banda Desacato Civil entrou no palco. Velho, que som FODA! Hard Core Nato. Não entrar na rodinha com esses caras é quase impossível. É um som muito instigante que me lembrou bastante a fase áurea do Hard Core de Bsb como o DFC e Os Cabeloduro. Os caras não vieram de Sampa pra passar despercebidos. Deixaram a marca na cidade e com uma legião de fãs. Foi uma das bandas que mais atraiu pessoas pra dentro do Barbarella. Show foda!
A penúltima banda foi o The Squintz. Banda de renome na Europa e que sempre tem lá seu público cativo e fiel, pogando e animando os shows. Particularmente, eu sou fanzão do som dos caras. Pirei quando eles mandaram song 4 hate, fora os covers dos clássicos do punk mundial. Muito foda!
Daí, a ultima banda e a mais insana e barulhenta da noite entra no palco. Com músicas rápidas e uma atrás da outra sem parar, o Lomba Raivosa fez jus a fama e fez com o que o publico que ainda era bastante, abrisse a roda mais insana com mosh’s e stage dives. Foi um puta dum show barulhento que divulgou de maneira fantástica o novo álbum dos caras: “Choula!”. 
Foi o melhor show underground que presenciei esse ano. Galera toda na paz, curtindo loucamente. No fim das contas, o dono do bar teve que reabastecer o freezer umas duas vezes. O consumo foi altíssimo e isso é ótimo, pq estamos ajudando a manter uma casa que abre as portas pra galera da cena sem medo. Parabéns aos organizadores, parabéns as bandas e parabéns ao Barbarella. O underground de Brasília precisava disso !

Fotos Do Evento:








domingo, 2 de junho de 2013

Marmitex S/A.

Postado Por Gledston Junior As 17:39 1 Comentário


Gênero: Punk/Hardcore
Origem: Paranoá, Df
LineUp: Chicão (Vocal)
              Brayan (Guitarra)
              Michael (Bateria)
              Lucas (Baixo)
Status: Ativa

Biografia:
 
A banda existe desde 2001, passando por várias formações e vários nomes até hoje, vem atravessando os anos e lutando a favor da cultura. Temos influências do metal ao hardcore oi!. Depois dessas mudanças a banda se fortaleceu e ganhou muita expêriencia com várias apresentações no cenário alternativo.

Discografia:


Desgraça Pouca é Bobagem (2012)
01. Crianças
02. Disgraça
03. Garota Punk
04. Pedra Da Ilusão
05. Quem Planta Colhe
06. Spectroman
07. Vinte e Um Tiros

Sites:
Myspace Marmitex S/A.
Facebook Marmitex S/A.

Fotos:














Postado Por Thalyson Barboza
ThalysonConheceu o rock/metal ainda criança, passou por muitos modismos, encarados como fases até se encontrar realmente na cena Underground. Fascinado por todos os estilos, tem como paixão tudo que envolve Atmospheric, Doom e Post-Rock. Dedica-se a conhecer ainda mais o mundo Underground de vários outros países. Sem preconceitos músicais escuta tudo do Billy ao Black Metal.